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Análises, Jogos

-Klaus- (Nintendo Switch) – Análise

Durante toda a minha vida sempre gostei de variar no que toca a géneros de jogos, ou seja, eu gosto um pouco de tudo, mas o meu género favorito são os jogos de plataformas e o Klaus faz parte deles. Aparentemente saiu em 2016 e ninguém se apercebeu da sua existência o que é compreensível graças á indústria que destaca os AAA, mas o Klaus não é de todo um jogo para se esquecer.

Klaus quebra a quarta parede e comunica connosco

Iniciamos num local desconhecido e para ajudar o personagem que controlamos, perdeu a memoria (que conveniente), no seu braço tem o nome KLAUS e a maneira como o personagem comunica é por texto, texto que aparece aleatoriamente no cenário e em grande parte do tempo o personagem fala connosco dá a noção que tem conhecimento de que está num jogo. Ao longo da nossa aventura são nos introduzidos variados elementos os quais não vou mencionar (spoilers), que mudam a experiência de uma maneira que eu não estava à espera seja a nível narrativo ou a nível de jogabilidade.

Plataformas é vida, Plataformas é amor

Os controles são bastantes simples e responsivos, o normal de um platformer e à medida que avançamos vamos desbloqueando variadas habilidades como o poder de podermos controlar as plataformas, mas onde o jogo brilha é nos níveis que estão escondidos e temos de completar para obter o único colecionável que existe no jogo e ao completar esses mesmos níveis ficamos a ter conhecimento do passado do Klaus. Acompanhados por uma boa banda sonora, uma ligação com o protagonista que chega a níveis inimagináveis, tornando assim este jogo bastante único e criativo não só em termos de puzzle, mas também na sua jogabilidade.

Tantos Loadings, Ahhhhhhhhhhhhh

O ecrã que vocês mais vão ver durante todo o jogo. 

Durante esta experiência apercebi-me da existência de múltiplos loadings, sendo grande parte deles longos (entre 10 a 30 segundos), pode não parecer que vá arruinar a experiência mas acaba-o por fazê-lo. Perto de acabar o jogo fiquei sem perceber se passei a maior parte do tempo a joga-lo ou a olhar para loadings, fiquei sem perceber se este pormenor é algo exclusivo da Nintendo Switch. Outro ponto negativo que gostaria de  destacar é o facto de que por vezes o texto ser muito pequeno e para perceber tive de me inclinar para frente para conseguir ler ou usar a ferramenta que existe na switch, a lupa.

Para mim uma underrated gem dos platformers

Pode não ser uma obra prima dos platformers, mas traz variadas ideias que o conseguem torna-lo único. Eu diverti-me bastante com o jogo, apesar das poucas horas que o jogo oferece, mas pareceu-me suficiente para não chegar ao ponto de ser uma experiência estagnante, por isso se o apanharem em promoção, não tenham receio de adquirir esta underrated gem esquecida por muitos.

9.0
Score

Pros

  • Jogo com boas ideias
  • O uso da quarta parede
  • Jogabilidade bastante responsiva como um bom platformer deve ter
  • Banda Sonora

Cons

  • Tantos Loading
  • Tantos Loadings Longos
  • Por vezes a letra é minúscula e não se consegue ler (juro que não tenho falta de vista, acho eu)

Final Verdict

Plataforma: Nintendo Switch, PlayStation 4, Microsoft Windows, Linux, Mac OS, PlayStation Vita Tamanho: 3.8 GB Línguas disponíveis: Inglês, Espanhol, Português, França, Alemão, Italiano, Russo

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